Publicado em 14/06/2008

O cantor, compositor, arranjador e instrumentista Guilherme Arantes seria o terceiro rockwalker a integrar o “Rock Hall da Fama” nacional, acreditando na proposta e apostando suas fichas na evolução do projeto, que um dia viria a se concretizar, literalmente ‘concretando’ as placas mais charmosas do país no solo sagrado do Rock, num futuro que chegaria em breve.

Guilherme Arantes, que teria iniciado sua carreira como tecladista e vocalista da banda Moto Perpétuo, grupo de rock progressivo dos anos 70, aceitaria prontamente nosso convite e, assim, a Cerimônia de Captação da Rockwalk Brasil não demoraria a acontecer.

Muito bem recebida no camarim pelo artista, nossa equipe registraria as marcas das mãos de Guilherme Arantes em meio a muitos fotógrafos e cinegrafistas das Rádios, TVs e mídia impressa de toda a região de Ribeirão Preto – SP, por ocasião de seu show na Esplanada do Teatro Pedro II, em Ribeirão Preto, um grande espetáculo para uma multidão de fãs, parte da programação de um evento promovido pela Prefeitura Municipal.

A cerimônia de captação das impressões acontece na noite de 13 de junho de 2008, que, além dos autógrafos na placa e na guitarra da RockWalk Brasil, rouba a cena atraindo muitos curiosos que pelos bastidores circulam.

Carismático e gentil como sempre, Guilherme Arantes deixa a inscrição “Quantos amps essas mãos carregaram…” na placa de concreto, além da frase “Quem diria, também estou nessa”, no escudo da guitarra autografada por ele, mais uma importante relíquia para a coleção da “Rockwalk Brasil – A Calçada da Fama do Rock Brasileiro”.

Fotos



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